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Terapia

ESTAMOS BEM, só estamos em evolução

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Precisamos sair deste quadrado, o que parecia óbvio, não é tão óbvio assim, andamos nas incertezas, passamos anos ignorando o invisível para apreciar a matéria, o status, a luxúria, a vaidade entre tantos outros “pecados”. Olhando as crianças observo a cegueira dos pais em observar o que é belo.

“O essencial é invisível para os olhos” já dizia o Pequeno Príncipe. Vejo pais correndo atrás de diagnóstico quando há um “atraso” na fala , nos passos, no aprendizado a criança tem que falar aos 2, andar aos 3 e aprender a escrever aos 5? Simples assim?

Ser criança é natural e a natureza tem seu tempo de florescimento. A camomila , a melissa e a lavanda tem seus ritmos e nós temos o nosso. Será que estamos respeitando a lei natural do universo?

Extremamente sensível a tudo no seu meio ambiente, sons, cores, cheiro, comida, produtos químicos, a sensação de estar “vestido”, violência, a dor do outro, consciência de grupo, frequência elétrica magnética, radiação solar. Tão sensível que se tornam vulneráveis, com tanta intensidade que preferem passar um tempo sozinha, não gostam de grupos e poucos entendem sua necessidade de solidão..não entendem a desumanidade do homem contra o homem, a guerra, a avareza…

estimulos-psicossociais-estressantes

Retrair-se , desconecta-se , proteger-se se a vida é demasiadamente intensa. Não são considerados ”normais “ pois não aceitam o grupo, a escola, o desconhecido, preferem ficar sozinhos a ter o se “espaço pessoal corporal” invadido. Há uma inocência uma falta de malícia, uma pureza.

Harmoniza-se naturalmente a energia que o rodeia, são afetuosos mas não gostam de ser abraçado, muita vezes confundido com síndrome, deficiência, problemas de aprendizado, esta criança só quer ter seu relógio interno respeitado.

Observar, sentir e respeitar o tempo desta criança se faz necessário, se ela não está bem na escola, talvez ela não precise estar lá!!

E se esta criança tem uma síndrome, deficiência ou dificuldade deixo aqui a sugestão de agir como a Mãe do Forrest Gump mesmo com raciocínio lento, Forrest nunca sentiu desfavorecido, graças ao apoio de sua mãe, ele sempre teve uma vida normal, seja no campo de futebol, como um astro do esporte, lutando no Vietnâ ou como capitão do barco.

A mãe do Forrest sempre falava para ele:

“Você deve fazer o melhor com o que Deus deu para você”.

Ser o melhor é estar atento aos seus limites e superá-los.
É assumir as responsabilidades e usar o máximo de seus talentos.

Ensine isto também para seu filho.

Jacira Boeck

  • Terapeuta Vibracional Floral

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